Pegar, apegar ou... Conquistar.
Outrora simples, chegara a conclusão de que, ao menos uma vez estava
errado... Sobre a percepção das coisas
talvez. Claro que aquilo não devia significar tanto já que tinha o exílio
sentimental como suporte. Decidiu de escolha própria o auto conhecimento.
Planos e mais planos pra tentar fazer diferente algo que sempre seria
igual então afinal qual a diferença?
Pego e me apego, largo e esqueço?
Como funciona isso, quero alguém mas ao mesmo tempo, onde estão as
ótimas companhias. Tendências loucas do ultimo verão?
Contudo o apego complica, descomplica. Facilita! E o que queremos além
um amor pra recordar. As facilidades sem as dificuldades.
Quando um belo e sincero sorriso te arranca das sombras e a necessidade
da conquista aparece. O que significa esse tal pegar afinal? Convencer a contra
metade de que você seria a melhor opção, é uma opção ou não...
Prefiro conquistar! Não é um jogo, nunca foi. Apenas a exteriorização
do que somos e onde queremos chegar. Ninguém é feliz completo sozinho.
Flores, chocolates. Beijos e abraços e o que mais vem depois?
Ninguém sabe ao certo já que todo mundo tem evitado isso. Se deixar
conhecer sem achar que os interesses são outros. Basta abrir o coração e deixar
rolar se quer a minha opinião. Viver um pouco sem ter medo. Se libertar desse
mundo aprodecido pelas mídias. Mas, quando é que vão me conquistar?
Um sorriso sincero e apaixonado ainda vale mais do que todo o universo.
Se não vale ainda, deveria valer.
Pensando nessas coisas enquanto tomo um cappuccino nessa manhã fria ao
som de Jamie Cullum – I Think, I Love.

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