sexta-feira, novembro 15, 2013

Pegar, apegar ou... Conquistar.


Outrora simples, chegara a conclusão de que, ao menos uma vez estava errado...  Sobre a percepção das coisas talvez. Claro que aquilo não devia significar tanto já que tinha o exílio sentimental como suporte. Decidiu de escolha própria o auto conhecimento.

Planos e mais planos pra tentar fazer diferente algo que sempre seria igual então afinal qual a diferença?

Pego e me apego, largo e esqueço?

Como funciona isso, quero alguém mas ao mesmo tempo, onde estão as ótimas companhias. Tendências loucas do ultimo verão?

Contudo o apego complica, descomplica. Facilita! E o que queremos além um amor pra recordar. As facilidades sem as dificuldades.


Quando um belo e sincero sorriso te arranca das sombras e a necessidade da conquista aparece. O que significa esse tal pegar afinal? Convencer a contra metade de que você seria a melhor opção, é uma opção ou não...


Prefiro conquistar! Não é um jogo, nunca foi. Apenas a exteriorização do que somos e onde queremos chegar. Ninguém é feliz completo sozinho.

Flores, chocolates. Beijos e abraços e o que mais vem depois?

Ninguém sabe ao certo já que todo mundo tem evitado isso. Se deixar conhecer sem achar que os interesses são outros. Basta abrir o coração e deixar rolar se quer a minha opinião. Viver um pouco sem ter medo. Se libertar desse mundo aprodecido pelas mídias. Mas, quando é que vão me conquistar?


Um sorriso sincero e apaixonado ainda vale mais do que todo o universo. Se não vale ainda, deveria valer.





Pensando nessas coisas enquanto tomo um cappuccino nessa manhã fria ao som de Jamie Cullum – I Think, I Love.


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