segunda-feira, dezembro 03, 2007

Férias!!!

Carta de um desgraçado saindo de férias.



E eu?! não posso fazer absolutamente nada?

Desgraçado... Sim eu sou despresível.

Cansado de ser bom... Ser mau é muito melhor!
Os maus vão sempre em frente... os bons,
bem.. esses sempre se fodem!! Filhos da puta!!

Por que sou centro de atenções... se tudo o que
quero é um pouco de...Nada!! Não quero nada em troca.

Deixem-me... Vão!! Procurem alguma coisa melhor a fazer do
que me encher incansavelmente.

Sim... estou me despedindo deste muquifo!! espelunca
que me trouxe pouca alegria e muito cansaço. Vou agora com toda a certeza
de que não volto tão cedo!!!

Aos infelizes que ficam

Bem, a estes... Nem abraço sequer deixarei. Sua sorte
ja lhes basta!! Não precisam de mais do que seu ego para lhes
alimentar.


Pronto, está feito!

Fodam-se Todos!!!

domingo, dezembro 02, 2007

A Viagem [Pt.2]




Seu inconsciente gritava ferozmente afim de que ouvisse a voz da razão e não deixasse para traz tudo aquilo que tinha conquistado a tão dura pena.

Mesmo assim pegou uma mochila velha e preencheu seu volume com o que achava
importante.

Saiu sem olhar pra traz...




Foi-se longe. Longo caminho pela frente, pois tudo o que queria era logo chegar à casa dos prazeres.










Em uma cidade sombria...











Quem é você?!

Perguntei a ele que me olhava e sorria de um modo sombrio. -Não me conheces, mas já sei há tempos que virias, sente-se comigo e beba um pouco.


Entre paredes sombrias e pouca luz uma estranha sensação de que estava revivendo tudo aquilo.

-Desejo ir à Casa dos Prazeres. Disse eu. Preciso me libertar dessa prisão.

Pude claramente ver quando ele se levantou. Sim, um bom palhaço sem circo.

-Vamos à forra! Beba comigo em comemoração à minha precoce morte ante tal sociedade depravada!

Jazz Sessions.

Abscinto abundante nos rodeava. Sorria e chorava seus problemas, pobre homem. Pensei.

Musicas sem sentido mostravam a realidade à nossa volta bar imundo. Ninguém viria nos servir, estávamos por conta própria.

Baratas pelo chão...

-Somos hipócritas. Disse ele em alto e bom tom para quem quer que fosse ouvir. Preciso de MACONHA!!! MACONHA!!! Vamos alimentar meus vícios.

-Cala-te homem! Não vês que podes ser apagado por isso?! Por ser você mesmo e não apenas uma máquina sem alma?!? Vamos... Esta cidade não nos cabe mais.


Continua...