Como se imaginar no auge e não ter nada ao mesmo tempo?
Desperdiçar a vida correndo atraz de borboletas imaginárias.
Existe sempre alguém à porta. Exibindo seus títulos, prazeres... Vazios, isso sim.
Nada tenho, facto!
Encomoda mais do que eu gostaria... Sinto o fim próximo.
Sem notícias interessantes ou feitos maravilhosos. Comum na maior parte do tempo.
Como você me vê? Como eu me vejo?
Escuridão...
Acabou a pilha da lanterna, e agora?

Nenhum comentário:
Postar um comentário