quarta-feira, outubro 13, 2010

Mais uma.

Como se imaginar no auge e não ter nada ao mesmo tempo?


Desperdiçar a vida correndo atraz de borboletas imaginárias.


Existe sempre alguém à porta. Exibindo seus títulos, prazeres... Vazios, isso sim.


Nada tenho, facto! 


Encomoda mais do que eu gostaria... Sinto o fim próximo.


Sem notícias interessantes ou feitos maravilhosos. Comum na maior parte do tempo.


Como você me vê? Como eu me vejo?




Escuridão...


Acabou a pilha da lanterna, e agora?





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