Seu inconsciente gritava ferozmente afim de que ouvisse a voz da razão e não deixasse para traz tudo aquilo que tinha conquistado a tão dura pena.
Mesmo assim pegou uma mochila velha e preencheu seu volume com o que achava
importante.

Saiu sem olhar pra traz...
Mesmo assim pegou uma mochila velha e preencheu seu volume com o que achava
importante.

Saiu sem olhar pra traz...
Foi-se longe. Longo caminho pela frente, pois tudo o que queria era logo chegar à casa dos prazeres.
Em uma cidade sombria...
Quem é você?!
Perguntei a ele que me olhava e sorria de um modo sombrio. -Não me conheces, mas já sei há tempos que virias, sente-se comigo e beba um pouco.
-Desejo ir à Casa dos Prazeres. Disse eu. Preciso me libertar dessa prisão.
Pude claramente ver quando ele se levantou. Sim, um bom palhaço sem circo.
-Vamos à forra! Beba comigo em comemoração à minha precoce morte ante tal sociedade depravada!
Jazz Sessions.
Abscinto abundante nos rodeava. Sorria e chorava seus problemas, pobre homem. Pensei.
Musicas sem sentido mostravam a realidade à nossa volta bar imundo. Ninguém viria nos servir, estávamos por conta própria.
Baratas pelo chão...
-Somos hipócritas. Disse ele em alto e bom tom para quem quer que fosse ouvir. Preciso de MACONHA!!! MACONHA!!! Vamos alimentar meus vícios.
-Cala-te homem! Não vês que podes ser apagado por isso?! Por ser você mesmo e não apenas uma máquina sem alma?!? Vamos... Esta cidade não nos cabe mais.
Continua...
2 comentários:
Ôba!
\o/
então, eu estive pensando..
vou dar férias pro seu blog e voltar aqui qdo tiver tudo pronto-e-acabado...
sou curiosa demais pra acompanhar aos poucos..
hahahaha!
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